O banco de investimentos Goldman Sachs comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) uma alteração relevante de participação na Brava Energia (B3: BRAV3), elevando sua posição para 5,01% do capital da petroleira por meio de instrumentos derivativos. Na sequência, analistas do banco elevaram a recomendação para a ação de "neutra" para "compra".

O que diz o relatório

Segundo relatório do Goldman Sachs citado por veículos do mercado financeiro, a mudança de recomendação se baseia em uma relação de risco-retorno considerada atrativa, depois de a ação da Brava Energia ter tido desempenho inferior ao de outras petroleiras brasileiras nos últimos meses.

Contexto do setor

A Brava Energia resulta da fusão entre 3R Petroleum e Enauta, concluída em 2024, e vem ampliando a produção em campos no Brasil. O movimento do Goldman Sachs ocorre em um momento de atenção redobrada ao setor de óleo e gás no país, após o mercado de fusões e aquisições no Brasil ter batido a marca de R$ 1 trilhão neste ano, como já noticiado por este portal.

Fontes consultadas

InfoMoney; Acionista.com.br; comunicado à CVM.

Imagem de capa: ilustração gerada por inteligência artificial para fins editoriais.